Loucura é considerar Trump louco!

Mal assumiu seu novo mandato, o presidente dos Estados Unidos da América Donald Trump não saiu do noticiário internacional. Sua técnica é simples: bravatas, promessas vazias, provocações e decisões absurdas.

No campo da guerra cultural, proibiu atletas mulheres trans de participarem de competições esportivas femininas, cortou o financiamento de pesquisas científicas cujos temas não lhe agradam, renomeou o Golfo do México como “Golfo da América”, readmitiu o uso de canudinhos de plástico, pois os de papel eram “ecologicamente corretos”. Também pôs fim à política inclusiva na contratação de servidores públicos implementada por Joe Biden, alegando ser coisa da “cultura woke”. Abandonou acordos ambientais internacionais e segue atacando a comunidade LGBTQIA+, enquanto policia e censura livros didáticos. Apostando no velho nacionalismo, converteu a deportação de imigrantes ilegais (que sempre houve) em espetáculo midiático, cogitou colocar a Faixa de Gaza sob custódia norteamericana e ameaçou, em tom de ironia, anexar o Canadá e a Groenlândia. Economicamente, acenou (e retrocedeu) com altas tarifas de importação sobre produtos canadenses, mexicanos e chineses, além de outras especulações na contramão do padrão internacional do sistema capitalista. Tudo isso em aparições performáticas, nas quais ele se porta como num reality show, sempre assinando papéis com aquele ar descomprometido e debochado (como se hoje ainda se despachasse com papel e caneta).

Trump não é um delirante, um louco. Quem acha suas falácias meras infantilidades, ignora que são premeditadas. Quem acredita que suas especulações econômicas são irracionais, desconsidera que elas não são econômicas, mas políticas. Pareceriam estúpidas, financeiramente, caso concretizadas, mas, enquanto meras ameaças e provocações, são eficazes para manter uma massa excitada, enfurecida e engajada. Sua atuação cênica funciona porque, repercutida pelas redes sociais, provoca emoções extremas, uma vez que provoca medos, revoltas, indignação e insegurança. O eleitorado, aturdido, assiste a tudo, desorientado, sem saber o que está acontecendo de fato e com dificuldades de distinguir o que é verdadeiro ou falso.

Esta é a arma dos assim chamados “tecnopopulistas”. Governar, apenas, dá muito trabalho e pouco resultado. Muito esforço e pouca visibilidade. Fazer alianças, compor coalizões, executar agendas, viabilizar políticas públicas, destinar verbas… isso não interessa a ninguém. Por outro lado, atritos, bobagens, insultos e polêmicas fúteis são mais eficientes, pois mantêm-nos falando dele, conservando-o, portanto, no centro do debate público. Ou seja: uma eterna campanha eleitoral. Fabricar agitação constante é uma técnica política eficaz. Como Javier Milei, ameaçando construir um muro na fronteira da Argentina com a Bolívia, ou usando seu tempo de fala no Fórum de Davos para associar homossexuais a pedofilia. Como Bolsonaro, que passou a “combater o combate” à pandemia de Covid-19 quando não pôde mais simplesmente negá-la. Como vereadores brasileiros que se descuidam dos problemas reais de seus municípios para combaterem imaginários kits gays e banheiros unissex nas escolas. É mais fácil impressionar o eleitorado com “ideologia de gênero” do que com contenção de barragens, saneamento básico ou merenda escolar.

As big techs, donas das redes sociais e a cujo modelo de negócio interessa o caos informativo, fazem vista grossa. A elas convém o compartilhamento de conteúdo, os cliques e a formação de bolhas de informação. Não por acaso, seus donos estavam na tribuna de honra durante a cerimônia de posse de Trump.

A democracia está passando a funcionar conforme a mesma lógica das redes sociais: fisgar uma audiência distraída e produzir engajamento em massa. Nas eleições municipais de 2024, tivemos Pablo Marçal, o primeiro candidato digital. Sem partido, sem plataforma, sem nada; apenas viralização e burla da legislação eleitoral por meio de estratégias imprevistas pela lei. “Governantes influencers” ficarão cada vez mais comuns, enquanto as instituições republicanas têm pela frente o enorme desafio do resgate da política.

Por Thiago Antônio de Oliveira Sá / Link do artigo: https://unif.al/z3o6p

Thiago Antônio de Oliveira Sá é professor do curso de Ciências Sociais do Instituto de Ciências Humanas e Letras (ICHL) da UNIFAL-MG. Dedica-se às áreas de Teoria Sociológica, Sociologia da Educação e Pensamento Social Brasileiro.

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​Licenciatura em Computação EaD gratuita pelo MEC está com inscrições abertas 

Formação 100% EaD e Reconhecida para Quem Quer Ser Professor na Área de Tecnologia, veja como se inscrever no curso de Licenciatura em Computação do MEC.

Se você deseja atuar na educação e busca uma formação de qualidade, o Ministério da Educação (MEC), por meio do Programa Mais Professores, oferece a Licenciatura em Computação gratuita e na modalidade EAD. O curso é disponibilizado pelo sistema da Universidade Aberta do Brasil (UAB), garantindo acesso facilitado e ensino de excelência para futuros professores.

📚 Sobre o Programa Mais Professores

O Mais Professores é uma iniciativa do MEC que amplia o acesso à formação inicial de docentes, disponibilizando cursos de licenciatura gratuitos e reconhecidos. Através do Portal Formação, os interessados encontram diversas oportunidades para ingressar na carreira educacional.

💻 Como Funciona a Licenciatura em Computação?

A graduação é ofertada por diversas instituições parceiras da UAB, permitindo que os alunos estudem de forma flexível e acessível. O curso prepara professores para lecionar computação no ensino fundamental e médio, contribuindo para a expansão do ensino tecnológico no Brasil.

✅ Quem Pode se Inscrever?

O curso é voltado para quem já concluiu o ensino médio e deseja se especializar na área da Computação para atuar como professor. Os critérios de ingresso variam conforme a instituição ofertante e devem ser consultados nos editais disponíveis.

📝 Como Fazer a Inscrição?

As inscrições acontecem exclusivamente pelo Portal Formação do MEC. Os candidatos devem acessar a plataforma, conferir a lista de instituições ofertantes e acompanhar os editais para mais detalhes sobre o processo seletivo.

🔗 para se inscrever acesse o Portal Formação e consulte as instituições neste link: Licenciatura em Computação – Programa Mais Professores.

🎯 Benefícios de Fazer a Licenciatura em Computação EaD gratuita pelo MEC

Curso gratuito e reconhecido pelo MEC
Modalidade 100% EAD para maior flexibilidade
Diploma válido em todo o Brasil
Oportunidade de ingressar na carreira docente na área de Computação

📢 Garanta sua vaga e transforme seu futuro profissional! Não perca essa chance de se qualificar e contribuir para a educação em tecnologia.

Fonte: Ministério da Educação (MEC)

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Especialistas compartilham dicas para garantir a qualidade de vida de pacientes com Alzheimer

Segundo a OMS, o Alzheimer afeta mais de 50 milhões de pessoas no mundo. Veja as dicas para melhor qualidade de vida dos pacientes.

No ano de 1901, o neuropsiquiatra alemão Alois Alzheimer se deparou pela primeira vez com um caso que batizou de “doença do esquecimento”, condição que posteriormente viria a receber o seu nome. Trata-se de um transtorno neurodegenerativo progressivo de causa desconhecida que afeta, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 50 milhões de pessoas no mundo.

Os sinais incluem deterioração da cognição e da memória, alterações comportamentais, dificuldade em exercer atividades do cotidiano e outros indícios neuropsiquiátricos. As manifestações da doença, de acordo com o Ministério da Saúde, são distribuídas em quatro fases. A primeira costuma ser o momento em que o paciente apresenta alterações na memória. Já na última, o transtorno pode ocasionar a restrição ao leito, por exemplo.

A importância do debate sobre a doença, as formas de prevenção e as maneiras de manter a qualidade de vida do paciente são reforçados pelo crescente aumento no número de casos. No Brasil, o panorama das demências está seguindo a tendência mundial de crescimento. Segundo o Relatório Nacional sobre a Demência, divulgado pelo Ministério da Saúde, o país abriga 2,71 milhões de pacientes. Até 2050, conforme o documento, a projeção é de que 5,6 milhões de brasileiros convivam com esse diagnóstico.

Há três fatores de risco para o Alzheimer, de acordo com o neurologista da Hapvida NotreDame Intermédica, Drusus Pérez Marques. O envelhecimento, o histórico familiar e a incidência de outras doenças, como hipertensão e diabetes, são características que aumentam os riscos.

Prevenção e tratamento

Embora não haja medicação específica para a prevenção do Alzheimer, os médicos indicam hábitos saudáveis e uma vida ativa como cuidados essenciais, além do tratamento de pacientes diagnosticados. Segundo Flávio Renato, geriatra da Hapvida, manter a rotina e as atividades cotidianas é essencial para o tratamento do transtorno. “O paciente deve sempre tentar fazer alguma coisa para poder estimular o raciocínio e o cérebro, como se fosse exercício, e esse estímulo pode fazer com que o cérebro se atrofie mais lentamente”, orienta.

A atividade física também é imprescindível no tratamento, na qualidade de vida  e na prevenção da doença. Segundo Renato, uma caminhada leve e exercícios que usem o peso do próprio corpo já podem apresentar um efeito positivo. “Assim, o paciente mantém a sua funcionalidade, diminui os riscos de queda e ainda exercita a atenção e concentração, fatores que contribuem para a qualidade de vida dele”, completa o geriatra.

Uma dieta adequada e pensada especialmente para o paciente também pode auxiliar a prevenção da doença. Para Drusus, a alimentação ideal para essas pessoas deve ser rica em castanhas, vegetais, peixes, ovos, vegetais folhosos e vegetais amarelos, que são fontes de vitamina A.

Qualidade de vida e saúde mental

Cuidar de sintomas desencadeados pelo Alzheimer, como a agressividade, a má gestão do sono e a paranoia também são parte importante do tratamento. Além de auxiliar a retardar o avanço da doença, medicamentos também são importantes nos cuidados com esses sintomas. “Embora a medicação não trate o cerne da doença, ela contribui para a melhora da função cognitiva e da memória, o que, em longo prazo, pode ajudar a prolongar a vida do paciente”, diz dr. Drusus.

O paciente com Alzheimer pode apresentar avanços de um déficit neurológico ou quadros comportamentais que carecem de um acompanhamento psiquiátrico. “Dependendo do grau de comprometimento que o paciente tem, ele pode acabar criando uma narrativa delirante a respeito da realidade, sendo necessário entrar com medicações mais incisivas”, detalha Nikolas Vale, psiquiatra da Hapvida.

Acolhimento

O Alzheimer é uma condição que afeta não somente o paciente, mas também toda a família. Nesse sentido, o psiquiatra chama atenção para a importância do acolhimento familiar. “A abordagem deve ser multidisciplinar, porque é muito difícil lidar com a perda de personalidade do paciente”, pontua Vale.

O psiquiatra reforça a necessidade de compreender e criar um ambiente o mais acolhedor possível para o paciente. “Há momentos em que o paciente muitas vezes não se identifica com o ambiente que está incluído no momento. Muitas vezes a família que não sabe lidar com esse ponto”, comenta.

A independência do paciente também pode ser um tópico sensível para os familiares, mas continuar com hábitos do cotidiano é parte do tratamento. “Manter um calendário visível em casa, reforçar a data diariamente e delegar tarefas adequadas às capacidades do paciente são estratégias que ajudam a estimular o cérebro“, explica o neurologista Drusus.

Esses momentos são importantes também para a recuperação da autoestima e senso de pertencimento das pessoas acometidas pela condição, para que elas se sintam inseridas e atuantes dentro de um ambiente. “Aquele paciente que ainda está bem preservado pode apresentar um quadro de retraimento social, pensamentos de menos valia, hipotimia e insatisfação por ter os outros o regulando coisas que gostaria de estar fazendo sozinho”, alerta o psiquiatra Nikolas Vale.

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​Governo de Minas anuncia distribuição de kits escolares para estudantes da rede estadual de ensino 

Os kits escolares distribuídos pelo Governo de Minas visam garantir igualdade de oportunidades, promover o desenvolvimento educacional, incentivando a permanência na escola.

A distribuição dos kits escolares do Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Educação (SEE/MG), tem como objetivo promover a equidade no aprendizado, assegurando que os alunos tenham acesso aos materiais necessários para o desenvolvimento das atividades educacionais e incentivando a permanência na escola.

O vice-governador de Minas Gerais, Professor Mateus, participou do início da distribuição de kits escolares para aproximadamente 350 mil estudantes da rede pública estadual, nesta segunda-feira (10/2), em Governador Valadares, no Vale do Rio Doce 

A ação beneficiará 1.097 escolas em 400 municípios mineiros, com investimento de R$ 66 milhões. O Governo de Minas vai destinar os recursos de forma descentralizada, diretamente pelas escolas, estimulando a economia local, ao fortalecer fornecedores regionais.

A previsão é que os kits sejam entregues em duas etapas: a primeira consiste na entrega dos materiais escolares adquiridos pelas próprias escolas, que ocorrerá a partir desta segunda-feira. Professor Mateus apresentou os kits e destacou o contato do Governo de Minas com os pais que dependem de auxílio para complementar a renda.

Nós estamos falando de mochila, estojo, caderno, caneta, canetinha, régua, tesoura, cola. Nós conversamos com alguns pais – especialmente os que dependem de Bolsa Família – e eles disseram que teriam que escolher entre comprar material para o aluno ou fazer a compra de casa”, explicou Professor Mateus.

A segunda etapa contempla a entrega das mochilas e estojos personalizados. Por conta da logística necessária para atender todo o estado, esses itens serão distribuídos ao longo de fevereiro e março aos estudantes.

A Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais disponibiliza, neste link, um guia para responder às principais perguntas sobre os kits escolares. 

Materiais diferenciados

Os materiais seguirão padrões de alta qualidade e segurança, com certificação do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). As escolas já receberam as orientações da Secretaria de Estado de Educação com as especificações técnicas do material a ser adquirido.

Os kits foram cuidadosamente planejados para atender às necessidades pedagógicas de cada etapa de ensino e estão divididos em:

  • Anos iniciais do ensino fundamental (1º ao 5º ano): Apontador, borracha, lápis grafite, cadernos (brochurão e desenho), lápis de cor, giz de cera, caneta hidrográfica, régua, tesoura sem ponta, cola branca, estojo e mochila.
  • Anos finais do ensino fundamental (6º ao 9º ano): Apontador, borracha, lápis grafite, cola branca, cadernos universitários, transferidor, esquadros e canetas esferográficas.
  • Ensino médio e EJA: adiciona-se cadernos de 180 folhas e canetas marca-texto.

Público-alvo

A seleção foi feita com base no Indicador de Nível Socioeconômico (NSE), ferramenta utilizada para classificar escolas da educação básica no Brasil segundo fatores socioeconômicos.

O NSE permite identificar com precisão as escolas que atendem estudantes em maior situação de vulnerabilidade, garantindo que os recursos sejam direcionados às localidades que mais precisam.

O indicador avalia diversos fatores, como renda média familiar, escolaridade dos pais ou responsáveis, acesso a bens de consumo duráveis – como geladeira, computador e automóvel, infraestrutura disponível na residência (acesso a água encanada, energia elétrica e internet), além das condições do entorno e da escola.

Escolas localizadas em regiões onde a maioria das famílias possui baixa renda e acesso limitado a recursos básicos, por exemplo, são priorizadas com base nesse indicador.

Assim, foram selecionadas 1.097 instituições de ensino, abrangendo 1.312 endereços em 400 municípios. Todas as matrículas dessas escolas, independentemente do nível de ensino, serão atendidas.

Início do ano letivo 2025

Conforme previsto no Calendário Escolar 2025, o ano letivo da rede estadual de ensino começa nesta segunda-feira (10/2). Durante o período de férias o Governo de Minas, por meio da SEE/MG, promoveu melhorias nas escolas, como pintura, troca de telhados, limpeza de caixas d’água, poda de árvores e reformas. Essas ações foram viabilizadas por meio do recurso de manutenção predial que destinou aproximadamente R$ 156 milhões. 

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​UFJF abre inscrições para os Cursos gratuitos de Graduação a distância (EaD) 

UFJF Universidade Federal de Juiz de Fora

A Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) abre inscrições em quase mil vagas nos cursos gratuitos de graduação a distância (EaD).

A Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) abre inscrições hoje, 10 de fevereiro, para o processo seletivo de ingresso nos cursos gratuitos de graduação a distância (EaD). São 975 vagas gratuitas distribuídas nos cursos de Licenciaturas em Computação, Matemática, Química, Física, Educação Física, Pedagogia e Bacharelado em Administração Pública. 

Os cursos são desenvolvidos em parceria com a Universidade Aberta do Brasil (UAB), nos seguintes polos de apoio presencial, todos em Minas Gerais: Andrelândia, Bicas, Boa Esperança, Campos Gerais, Carandaí, Carangola, Cataguases, Congonhas, Conselheiro Lafaiete, Divinópolis, Governador Valadares, Ilicínea, Itabira, Juiz de Fora, Lagoa Santa, Mantena, Monte Sião, Santa Rita de Caldas, São João Del Rei.

No momento da inscrição o candidato deve optar pelo Polo escolhido e se atentar para a escolha uma vez que existem atividades e avaliações presenciais obrigatórias nesses locais.

O ingresso nos Cursos de Graduação a Distância ocorrerá da seguinte forma: 80% das vagas serão destinadas para o público em geral, levando em conta a média das notas de Língua Portuguesa e Matemática, com apresentação do histórico escolar do Ensino Médio. Os 20% restantes serão destinados a professores da rede pública de ensino em exercício, que não tenham formação em nível superior ou que estejam atuando em uma área diferente daquela de formação. Os professores devem comprovar vínculo com as suas respectivas redes de ensino e apresentar, como requisito obrigatório, seu cadastramento na Plataforma Freire

As vagas são distribuídas conforme o sistema de cotas da instituição, sendo nove grupos de acesso – oito deles destinados às ações afirmativas e um de ampla concorrência (grupo C). Veja na tabela:

Tabela de vagas da Universidade Federal de Juíz de Fora (UFJF) cursos gratuitos de graduação a distância 2025.

Inscrições

Os candidatos podem se inscrever das 15h do dia 10 de fevereiro até às 18h do dia 21 de fevereiro de 2025, pelo site da Copese. Após ler as instruções, preencher o formulário e enviá-los eletronicamente, o candidato deve imprimir a GRU correspondente à taxa de inscrição, no valor de R$150, e efetuar o pagamento até 21 de fevereiro de 2025, exclusivamente no Banco do Brasil, respeitando os horários de compensação bancária. É possível solicitar isenção da taxa entre 10 e 12 de fevereiro.

 Resultado

O resultado final estará disponível a partir das 16h do dia 21 de março de 2025 no site da Copese.

Matrícula

Os dias, prazos e entrega de documentos para a matrícula dos aprovados serão divulgados no site da Coordenação de Registros Acadêmicos (Cdara). As aulas têm início previsto para o dia 22 de abril de 2025.

Veja aqui o Edital completo.

Fonte: UFJF

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​Saúde dos olhos de alunos pede atenção na volta às aulas 

Exame de vista

Médico alerta: visão é responsável por 80% do aprendizado na infância.

Com retorno das aulas em escolas de boa parte do país, a saúde ocular dos alunos entra em foco no começo do ano. Dados do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) revelam que cerca de 20% das crianças em idade escolar apresentam problemas de visão. Dentre as alterações visuais mais comuns nessa faixa etária estão: miopia, hipermetropia e astigmatismo.

Em entrevista à Agência Brasil, o oftalmologista Álvaro Dantas alerta que problemas no aprendizado ou desinteresse em determinadas atividades escolares podem ser sinais de complicações oculares.

“Alterações visuais são bastante comuns na infância e podem impactar diretamente no aprendizado. Se a criança enxerga mal, ela absorve mal o conhecimento que é passado e isso pode trazer repercussões importantes.”

Segundo Dantas, o estrabismo, popularmente conhecido como olho desviado, também figura como um quadro comum na infância e mais fácil de perceber. “É um sinal de alerta muito importante porque pode haver um problema sério em um dos olhos que precisa de tratamento imediato para evitar outra doença que estamos sempre muito atentos: a ambliopia ou olho preguiçoso”.

Se a criança tem uma deficiência em um dos olhos e isso não é detectado a tempo, a falta de tratamento faz com que aquele olho não desenvolva sua capacidade visual e isso só tem solução até os 8 anos de idade. Se não for feito nessa época, essa criança pode se tornar um adulto com uma deficiência eterna em um dos olhos. Por causa de diagnóstico e tratamento a tempo”.

O oftalmologista destaca que a visão desempenha papel fundamental no processo de aprendizagem e que, quando a criança tem dificuldade para enxergar, pode perder informações importantes em sala de aula, ficar desmotivada ou mesmo apresentar falta de concentração. “Isso pode levar a uma queda no rendimento escolar e, em alguns casos, ser confundido com alguns transtornos de aprendizado ou déficit de atenção”.

Essas crianças também podem ficar estigmatizadas e podem ser vítimas de bullying. É algo que pode acontecer. Tudo isso provocado por uma deficiência visual. O estrabismo e a ambliopia podem afetar a coordenação visual e ela pode ter muita dificuldade nas práticas esportivas. Por isso, identificar e tratar precocemente esses problemas é essencial para garantir um aprendizado pleno e sem dificuldades desnecessárias”.

O médico lembra que, muitas vezes, a própria criança não é capaz de perceber que tem um problema de visão, já que nunca enxergou as coisas de outra forma. “Para ela, aquela percepção visual é o normal”.

Por esse motivo, ele considera fundamental que pais e professores fiquem atentos aos seguintes sinais:

  • se aproximar muito de livros, cadernos e telas;
  • dificuldade para enxergar o quadro ou copiar conteúdos corretamente;
  • se queixar frequentemente de dor de cabeça ou cansaço ocular;
  • lacrimejamento excessivo ou sensibilidade à luz;
  • desinteresse por atividades que exigem esforço visual, como leitura e desenho;
  • e tendência a piscar excessivamente ou esfregar os olhos com frequência.

Ao notar qualquer um desses sinais, a orientação é levar a criança o quanto antes ao oftalmologista para uma avaliação. O ideal, segundo o médico, é que toda criança passe por um exame oftalmológico completo ainda no primeiro ano de vida, quando é possível diagnosticar problemas congênitos, como catarata, glaucoma e até mesmo o retinoblastoma, câncer que atinge a região dos olhos.

O diagnóstico tardio pode levar à perda de um olho e, até mesmo, à morte. É um tipo de câncer que, dependendo da fase diagnóstica, pode ter alta letalidade. A partir da idade escolar, o recomendado é manter o acompanhamento anual ou conforme a orientação do oftalmologista, especialmente se houver qualquer histórico de problemas de visão na família”.

Na adolescência, segundo Dantas, a rotina de consultas anuais podem ser mantida, mas há também a possibilidade de consultas a cada dois anos, a depender da saúde ocular do jovem. “Em casos de miopia progressiva que, hoje em dia, está cada vez mais comum – a gente vive uma epidemia de miopia –, esse acompanhamento pode ser mais precoce para evitar vários problemas futuros”.

“A miopia, sem dúvida alguma, é um dos problemas que a gente mais tem preocupação porque tem solução e tem tratamento eficiente. Só se consegue um diagnóstico preciso indo ao oftalmologista. A miopia progressiva pode ser controlada com medidas adequadas pra evitar o aumento exagerado do grau. Hoje, temos várias orientações, óculos especiais e alguns colírios que podem interferir na evolução da miopia”, explicou.

Crianças que enxergam bem têm melhor desenvolvimento acadêmico e social. Isso evita frustrações e dificuldades no aprendizado. Por isso, o acompanhamento oftalmológico regular é um investimento na saúde e no futuro nas crianças. É graças a um bom atendimento nessa fase da vida que a gente vai ter adultos enxergando bem e sem graves problemas”.

Fonte: Agência Brasil

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​Pré-Sal Petróleo abre inscrições para 1º concurso público 

concurso

São oferecidas 100 vagas no primeiro concurso público da Pré-Sal Petróleo SA (PPSA).

Foram abertas, na última quarta-feira (5), as inscrições para o primeiro concurso público da Pré-sal Petróleo/SA (PPSA), que irão até o dia 17 de março deste ano. São 100 vagas destinadas a profissionais de nível superior, além da formação de cadastro reserva.

O concurso oferece 52 vagas para especialistas em petróleo e gás, 36 para analista de gestão corporativa, oito para analista de tecnologia da informação e quatro vagas para o cargo de advogado. Do total de vagas, 5% serão oferecidas a pessoas com deficiência (PCDs) e 20% a candidatos pretos e pardos. Todas as vagas são para lotação no Escritório Central da PPSA, localizado na cidade do Rio de Janeiro.

As inscrições devem ser feitas exclusivamente pelo site do Instituto de Desenvolvimento e Capacitação (IDCAP). A taxa de inscrição, no valor de R$ 100, será para os cargos de analistas, e de R$ 150 para advogados e especialistas. O pagamento será feito por meio de boleto bancário emitido no ato da inscrição.

De acordo com o edital, no momento da inscrição, o candidato deve escolher uma das cidades para a realização das provas: Rio de Janeiro, São Paulo ou Salvador. Caso haja necessidade, o candidato poderá alterar a cidade de realização das provas até o último dia da inscrição.

Os salários por cargo são analista de gestão corporativa R$ 8.420; analista de tecnologia da informação (TI) R$ 9.350; advogados terão salário inicial de R$ 15.942 e especialistas em petróleo e gás, R$ 19.610. Além dos vencimentos, os profissionais terão benefícios como auxílio-refeição e plano de saúde. Esses valores não foram divulgados.

Fonte: Agência Brasil

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