​Lei que restringe uso de celulares em escolas é sancionada e começa a valer em 2025 

O Presidente sancionou nesta segunda (13) a lei que restringe uso de celular em escolas, medida já entra em vigor neste ano letivo de 2025.

O Presidente sancionou nesta segunda (13) a lei que restringe uso de celulares em escolas, medida já entra em vigor neste ano letivo de 2025.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta segunda-feira (13) o Projeto de Lei 104/2015, que restringe o uso de aparelhos eletrônicos portáteis, sobretudo telefones celulares, nas salas de aula de escolas públicas e privadas do ensino básico em todo o país.

Um decreto do presidente, que sairá em até 30 dias, vai regulamentar a nova legislação, para que passe valer para o início do ano letivo, em fevereiro. O projeto de lei foi aprovado no fim do ano passado pelo Congresso Nacional.  

Essa sanção aqui significa o reconhecimento do trabalho de todas as pessoas sérias que cuidam da educação, de todas as pessoas que querem cuidar das crianças e adolescentes desse país“, afirmou o presidente, que fez questão de elogiar o trabalho dos parlamentares que aprovaram a medida.

Imagina uma professora dando aula e, quando ela olha para os alunos, está cada um olhando para o celular, um tá na China, outro tá na Suécia, outro tá no Japão, outro está em outro estado conversando com gente que não tem nada a ver com a aula que ela está recebendo. A gente precisa voltar a permitir que o humanismo não seja trocado por algoritmo“, enfatizou Lula ao comentar sobre a nova lei.

O Presidente sancionou nesta segunda (13) a lei que restringe uso de celular em escolas, medida já entra em vigor neste ano letivo de 2025.
Brasília (DF), 13/01/2025 – Camilo Santana pede o engajamento dos pais – Ricardo Stuckert/PR (O Presidente sancionou nesta segunda (13) a lei que restringe uso de celulares em escolas, medida já entra em vigor neste ano letivo de 2025)

Países como França, Espanha, Grécia, Dinamarca, Itália e Holanda já adotam legislações que restringem uso de celular em escolas. Apoiado pelo governo federal e por especialistas, o projeto alcançou um amplo consenso no Legislativo, unindo governistas e oposicionistas.

Não dá para um aluno estar na sala de aula, no Tiktok, na rede social, quando o professor está dando aula. Toda vez que um aluno recebe uma notificação, é como se ele saísse da sala de aula. Toda vez que ele recebe uma notificação quando ele está numa roda de conversa, é como se a gente perdesse a atenção dele“, afirmou o secretário municipal de Educação do Rio de Janeiro, Renan Ferreirinha, que é deputado federal licenciado e autor do projeto na Câmara. Ele classificou o projeto como uma das principais vitórias do século na educação brasileira.

O que diz a Lei que restringe uso de celulares em escolas brasleiras

De acordo com o ministro da Educação, Camilo Santana, a lei restringe o uso em sala de aula e nos intervalos, para fins pessoais, mas há exceções, como o uso para finalidade pedagógica, sob supervisão dos professores, ou em casos de pessoas que necessitem de apoio do aparelho para acessibilidade tecnológica ou por alguma necessidade de saúde.  

Nós não somos contra acesso a tecnologias, até porque não há mais retorno no mundo de hoje. Mas nós queremos que essa tecnologia, essa ferramenta, seja utilizada de forma adequada e, principalmente, nas faixas [etárias] importantes da vida das crianças e adolescentes“, afirmou o ministro, que alertou sobre o uso cada vez mais precoce e prolongado do celular por crianças.

O ministro pediu engajamento das famílias e das comunidades escolares para fazer valer a nova lei.

A secretária nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, Maria do Pilar Lacerda Almeida e Silva, que coordena a Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação (CNE), afirmou que o colegiado vai publicar orientação para as redes públicas e privadas. “O Conselho Nacional de Educação vai fazer uma resolução que oriente as redes, as escolas, de como fazer isso sem parecer uma opressão“, disse. O MEC também deve publicar guias com orientações para as escolas de todo o país.

Desafios para restrição de celular nas escolas

No geral, professores apoiam a medida adotada pelo governo federal

Colocar em prática as restrições ao uso dos celulares nas escolas de todo o país será um desafio, segundo professores e estudantes. Embora a proibição seja bem vista por grande parte da sociedade e da comunidade escolar, a lei sancionada nesta segunda-feira (13) encontrará desafios como a falta de infraestrutura nas instituições de ensino, para por exemplo, guardar os celulares em segurança; de formação dos professores, para que não abandonem o uso pedagógico das novas tecnologias; e de ensino, para que as aulas sejam atrativas para os alunos.

Após tramitar pelo Congresso Nacional, a lei que proíbe o uso dos celulares nas escolas públicas e privadas, tanto nas salas de aula quanto no recreio e nos intervalos, foi sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Os aparelhos seguem sendo permitidos para o uso pedagógico, ou seja, quando autorizado pelos professores como instrumento para a aula.

A principal justificativa para a nova lei é proteger as crianças e adolescentes dos impactos negativos das telas para a saúde mental, física e psíquica deles. A medida não é exclusiva do Brasil, países como França, Espanha, Grécia, Dinamarca, Itália e Holanda já têm legislações que restringem uso de celular em escolas.

Segundo o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Heleno Araújo, os professores, no geral, apoiam a proibição dos celulares nas salas de aula, mas apontam alguns desafios para colocar a medida em prática: “Onde vai ficar esse equipamento? Em que momento da aula você precisa do celular para que o conteúdo chegue com facilidade para entendimento por parte do estudante? Em que momento ele vai ser utilizado? Em que momento ele volta a ser guardado? E aí você vem para a escola pública e pergunta, a escola pública está equipada para isso? Tem segurança em guardar o equipamento do aluno sem estragar, sem perder o equipamento? Tem condições de fazer um planejamento onde sabe que momento o equipamento pode ser utilizado para aprimorar o conhecimento e que momento ele não deve ser utilizado?”, questiona Araújo.

Segundo Araújo, deveria haver uma discussão maior nas redes de ensino. “Tudo isso precisaria de um aprofundamento. Uma lei que vem de cima para baixo, sem um fortalecimento da gestão democrática da escola, sem um fortalecimento da participação dos segmentos da comunidade escolar discutindo o tema, vai ficar inviável, porque você vai criar mais problemas, não vai conseguir cumprir a lei como ela determina”, diz.

Falta de interesse

Para os estudantes, não basta apenas proibir o celular, é preciso que a escola e as aulas sejam mais atrativas. “Não é proibir o celular na sala de aula que vai garantir que os estudantes tenham mais atenção nas aulas ou que se interessem mais pela escola. O que vai trazer essa solução que a gente tanto busca, que é trazer de novo o interesse da nossa turma para dentro da sala de aula, é trazer um ambiente mais tecnológico para a escola, dentro da sala de aula, é melhorar a dinâmica e a didática das nossas aulas, é garantir uma formação mais lúdica dos nossos estudantes”, defende o presidente da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), Hugo Silva.

Com toda certeza, eu vou preferir, enquanto estudante, olhar dez TikToks do que assistir uma aula que eu acho chata ou que eu acho que não me agrega em nada. Então, acho que a gente precisa fazer essa discussão. Se a aula é interessante, mais interessante que o TikTok, se a disciplina que eu estou aprendendo ali eu considero mais importante do que assistir esses dez TikToks, é claro que eu vou abandonar o celular e vou prestar atenção na sala de aula”, diz o estudante.

Segundo Silva, restringir o uso de celular pode também contribuir para o aumento de desigualdade, sobretudo entre escolas públicas e particulares, em locais de maior vulnerabilidade e menos acesso à tecnologia. “A gente acredita, inclusive, que em muitos territórios e em muitos lugares, a única tecnologia que os estudantes secundários têm acesso é através do celular. Se a gente retira esse aparelho das salas de aula, a gente pode, inclusive, fazer com que esses estudantes não tenham acesso a nenhum tipo de tecnologia”.  

Entenda a nova lei

As discussões sobre a proibição legal do uso dos celulares se estendem por mais de uma década. O projeto de lei que agora foi sancionado foi originalmente proposto na Câmara dos Deputados pelo deputado federal Alceu Moreira (MDB/RS), em 2015. O texto foi, por sua vez, inspirado em outro projeto proposto pelo deputado Pompeo de Mattos (PDT/RS), que chegou a ser aprovado pela Comissão de Educação e Cultura e a receber parecer favorável do relator na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Em 2010, como fim da legislatura, não tendo sido aprovado pela Casa, acabou sendo arquivado.

O texto original proibia o uso de aparelhos eletrônicos portáteis nas salas de aula dos estabelecimentos de educação tanto básica quanto superior, permitindo apenas o uso pedagógico autorizado pelos professores.

O texto aprovado pelo Senado Federal, que agora virou lei, restringe a proibição para a educação básica, ou seja, da educação infantil ao ensino médio. O texto também apresenta exceções, permitindo o uso dos aparelhos por estudantes nas escolas para garantir a acessibilidade, a inclusão, para atender condições de saúde e garantir direitos fundamentais.

O texto estipula ainda que as redes de ensino e as escolas devem elaborar estratégias para lidar com o sofrimento psíquico e saúde mental das crianças e adolescentes, bem como com o acesso a conteúdos impróprios. As escolas deverão estabelecer ambientes de escuta para estudantes que apresentem sofrimento em decorrência de nomofobia, que é o medo de estar longe do celular.

Já em prática

A restrição, que agora se torna nacional, já é realidade em alguns locais e escolas. O estado de São Paulo aprovou medida semelhante no final do ano passado, para valer a partir deste ano.

Na cidade do Rio de Janeiro, a proibição vale desde agosto de 2024, por conta de decreto da prefeitura. O celular fica guardado e só pode ser usado para atividades pedagógicas, com a autorização dos professores.

Segundo o presidente do Sindicato dos Professores do Município do Rio de Janeiro e Região (SinproRio), Elson Simões de Paiva, a medida favorece a socialização:

Assim como Araújo, ele também teme que agora com a proibição nacional, haja uma sobrecarga dos professores. “Quem vai controlar isso? Porque os professores, ou eles dão aula, ou eles vigiam se o aluno está usando o celular ou não”, diz e acrescenta: “[O professor] solicita que naquele dia o celular venha a ser utilizado na sala de aula. Mas e depois? Como é que vai ser esse controle para o aluno devolver esse celular ou deixar de usar o celular em uma outra aula que não vai utilizar esse material, esse instrumento?

Nas escolas particulares do município, de acordo com o diretor do Sindicato dos Estabelecimentos de Educação Básica do Município do Rio de Janeiro (Sinepe Rio), Lucas Machado, as restrições já eram feitas antes mesmo do decreto municipal. “No Rio de Janeiro, essa novidade é inexistente, porque o processo das escolas particulares é muito tranquilo, e isso já vinha adotando, já vinha acontecendo há mais de um ano. Muitas das escolas particulares, desde o ano passado, pelo menos, já proibiam, de acordo com os seus regimentos escolares, o uso de celular na sala de aula, para fins não pedagógicos”.

Machado ressalta, no entanto, que uma lei nacional pode enrijecer as diversas realidades encontradas nas escolas. “Quando você generaliza, você está dificultando os regimentos das escolas”, diz. “De acordo com os regimentos existentes, você tinha, por exemplo, a prática de crianças com algum tipo de deficiência, algum tipo de dificuldade, você poderia, no seu regimento, ajustar isso para que pudesse atender essas necessidades dessas crianças. Era muito fácil de trabalhar com isso. Agora, partindo de uma lei federal, talvez haja algum tipo de restrição em que a gente tem que tomar cuidado para poder atender a necessidade da lei”.

Falhamos em incorporar as tecnologias

Segundo o professor da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília Gilberto Lacerda Santos, as restrições tanto no Brasil quanto em outros países são, na verdade, uma falha dos sistemas educacionais e da sociedade em entender e conseguir incorporar na educação de fato os potenciais da tecnologia.

É um auto reconhecimento de uma falência das instituições escolares, da sociedade como um todo, em entender as tecnologias e o seu potencial na educação, e, sobretudo, de integrá-las na formação de professores. Porque todo o problema reside no fato de que nossos professores não sabem lidar com a tecnologia na sala de aula e com tudo que a tecnologia oferece”, diz.

De acordo com Santos, as tecnologias dão ao cidadão comum “um poder que ele nunca teve. Um poder de se informar mais e autonomamente. Um poder de se comunicar livremente. E, sobretudo, um poder de se expressar. Acontece que, para que nós consigamos nos informar de uma maneira condizente com princípios éticos, para que nós possamos nos comunicar adequadamente, e, sobretudo, para que nós possamos nos expressar adequadamente, nós precisamos de uma excelente educação de base. A educação de base nos falta. Então nós não sabemos usar as tecnologias, nós acabamos nos tornando escravos dela. Os jovens estão completamente perdidos, clicando, curtindo, curtindo, compartilhando notícias sem veracidade, porque falta educação de base. E esse é um problema-chave que a gente não conseguiu resolver ainda enquanto sociedade”.

Para Santos, a solução é investir cada vez mais na formação dos professores. “O professor é um elemento chave para o sucesso da escola. Então nós precisamos fazer o que não foi feito, o que nós não temos conseguido fazer, que é instrumentá-lo adequadamente, formá-lo adequadamente, remunerá-lo adequadamente, para que ele é o ator intermediário para o uso inteligente, interessante da tecnologia”, defende.

Fonte: Agência Brasil

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Empresa Meta responde a questionamentos do governo brasileiro 

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A empresa Meta, dona de Facebook e Instagram, respondeu na noite dessa segunda-feira (13/1) os questionamentos enviados pela Advocacia-Geral da União (AGU) sobre o fim da checagem de fatos nas plataformas. 
 
A notificação extrajudicial foi enviada na última sexta-feira (10/1) com prazo de 72 horas para a empresa dar explicações. A resposta agora será analisada pela AGU. 
 
E ainda nesta terça-feira (14/1), o assunto será discutido numa reunião com representantes dos ministérios da Justiça e Segurança Pública, Direitos Humanos e Cidadania e Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República. E só depois dessa análise o governo vai se pronunciar sobre os próximos passos e tornar pública a decisão.
 
A mudança na política de moderação de conteúdo anunciada pela Meta retira, por exemplo, restrições em questões de imigração, gênero e orientação sexual. E ainda dá mais espaço para conteúdo político e permite alegações de doença mental ou anormalidade quando baseadas em gênero ou orientação sexual.
 
A AGU quer saber as providências adotadas pela empresa em violência de gênero, proteção de crianças e adolescentes, prevenção contra racismo, homofobia, suicídio e discursos de ódio. E ainda se haverá divulgação de relatório de transparência sobre a checagem de desinformação realizada por notas da comunidade.
 

Brasília (DF), 08/01/2025 - Logo da empresa Meta. Facebook, Messenger, Instagram, Whatsapp. Foto: Meta/Divulgação
Brasília (DF), 08/01/2025 - Logo da empresa Meta. Facebook, Messenger, Instagram, Whatsapp. Foto: Meta/Divulgação
© Meta/Divulgação

Geral O assunto será agora discutido em reunião com ministérios. Brasília 14/01/2025 – 08:22 Leila dos Santos / Rilton Pimentel Renato Ribeiro, repórter da Rádio Nacional meta AGU Instagram facebook terça-feira, 14 Janeiro, 2025 – 08:22 1:34 

Viva Maria: Parceria do Ibama e Sesc reforça rede de combate à fome 

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Viva Maria destaca uma iniciativa conjunta do Sesc Mesa Brasil e do Ibama, que, a partir deste ano, está direcionando alimentos apreendidos em ações de fiscalização ambiental para famílias atendidas por uma rede de apoio a pessoas em situação de vulnerabilidade social.

O acordo de cooperação técnica entre as duas instituições tem como principal objetivo fortalecer o combate à fome e reduzir o desperdício de alimentos no Brasil.

Para detalhar a relevância dessa parceria, Viva Maria traz a fala de Cláudia Roseno, nutricionista e gestora nacional da Rede Sesc Mesa Brasil, além de gerente de Assistência do Sesc Nacional.

Brasília (DF) 07/06/2024 - Arte Viva Maria
Arte EBC
Brasília (DF) 07/06/2024 - Arte Viva Maria
Arte EBC
© Arte EBC

Geral Alimentos apreendidos serão destinados a famílias em vulnerabilidade Brasília 14/01/2025 – 06:00 Viva Maria Viva Maria terça-feira, 14 Janeiro, 2025 – 06:00 7:48 

Presidente Lula sanciona lei que restringe uso de celular nas escolas 

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O presidente Lula da Silva sancionou, nesta segunda-feira, a lei que regulamenta o uso de aparelhos celulares por estudantes de escolas de educação básica das redes pública e privada. A proposta foi aprovada pelo Congresso Nacional no fim do ano passado.

A medida proíbe o uso dos aparelhos durante as aulas, no recreio e nos intervalos. O aparelho poderá ser usado apenas para atividades pedagógicas, acessibilidade, inclusão, condições médicas específicas e em casos de emergência.

Os professores ou responsáveis pedagógicos é que vão determinar o momento que os alunos poderão fazer uso do celular durante as aulas.

O presidente Lula afirmou que a aprovação da lei pelo Congresso foi um ato de coragem, cidadania e respeito ao futuro do Brasil. Lula lembrou que vários países já adotaram a medida e defendeu que é muito importante que as crianças voltem a interagir entre elas nas escolas.

O ministro da Educação, Camilo Santana, apresentou dados de várias pesquisas que apontam os prejuízos do uso de celulares e internet por crianças e adolescentes. O ministro afirmou que a lei não é contrária ao uso da tecnologia e, sim, prevê que ela seja utilizada de forma adequada pelos alunos.

De acordo com o ministro, a lei passa a valer neste ano letivo e haverá um prazo de 30 dias para sua regulamentação. A pasta trabalha em um guia de orientação para as escolas sobre a implementação da lei e também vai promover o envolvimento de professores e de toda a rede de educação, incluindo as famílias e os estudantes.

Brasília (DF) 22/10/2024 Criança faz uso de celular, tablet e computador  Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
Brasília (DF) 22/10/2024 Criança faz uso de celular, tablet e computador  Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
© Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

Geral Ele destacou que as crianças devem voltar a interagir entre elas Brasília 13/01/2025 – 21:41 Roberta Lopes / Beatriz Arcoverde Fabiana Sampaio – Repórter da Rádio Nacional uso de celular nas escolas celular nas escolas segunda-feira, 13 Janeiro, 2025 – 21:41 2:39 

Volta às aulas: preço de material escolar pode variar mais de 900% 

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O Procon do Estado do Rio de Janeiro e a Secretaria de Estado de Defesa do Consumidor realizaram, entre 2 e 8 de janeiro, uma pesquisa de itens escolares mais procurados neste período de volta às aulas, como lápis preto, borracha, caderno e canetas variadas. Nos 12 sites pesquisados, as variações entre produtos da mesma categoria e marca chegaram a 945%.

Além disso, a Secretaria e o Procon também foram autuaram seis estabelecimentos por venderem materiais escolares com ausência de preços em produtos expostos à venda.

Observando as principais dúvidas que os pais e responsáveis têm nessa época do ano, as instituições também estão dando orientações em suas redes sociais sobre lista de material escolar, matrícula, rematrícula, reajuste, entre outros temas. O secretário da Secretaria de Estado de Defesa do Consumidor Gutemberg Fonseca dá algumas dicas.

“Antes de comprar verifique se o material é apropriado para a idade do seu filho. Itens com partes pequenas podem apresentar risco de asfixia. Então observe sempre as recomendações do fabricante. Procure também pelo selo do Inmetro”.

O secretário reforça ainda a importância de se buscar produtos de qualidade, evitando materiais frágeis ou com sustâncias tóxicas, que podem ser perigosos. Ele também relembra a necessidade de atenção a lista de materiais.

“Lembre-se que as instituições não podem exigir marcas, lojas específicas, ou itens de uso coletivo como materiais de limpeza”.

Ele também destaca a velha e boa dica: pesquisar preços e exigir a nota fiscal.

Venda a varejo de material escolar em lojas da 25 de Março, região central.
Venda a varejo de material escolar em lojas da 25 de Março, região central.
© Rovena Rosa/Agência Brasil

Geral Procon do Rio de Janeiro pesquisou itens escolares mais procurados Rio de Janeiro 13/01/2025 – 18:23 Rafael Gasparotto / Eliane Gonçalves Carolina Pessoa Material Escolar Procon segunda-feira, 13 Janeiro, 2025 – 18:23 1:40 

Justiça autoriza prisão do 2º suspeito de assassinatos em assentamento 

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A Justiça acatou, neste domingo (13), o pedido de prisão temporária da Polícia Civil de São Paulo contra o segundo suspeito de envolvimento na morte de dois homens no assentamento Olga Benário, do MST, em Tremembé, no interior paulista. No ataque, ocorrido na noite de sexta-feira (10), outras seis pessoas ficaram feridas.  

Nesse domingo, foram velados os líderes agricultores Valdir do Nascimento, de 52 anos, e Gleison Barbosa de Carvalho, 28.

Representando o presidente Lula, a ministra dos Direitos Humanos e Cidadania, Macaé Evaristo, declarou que o Brasil assiste a uma disputa entre os que defendem a vida e o direito à terra, e aqueles que atentam contra a democracia e se acham donos de todas as riquezas do país:

“Esse tipo de crime acontece num contexto que, no Brasil, nós estamos fazendo uma disputa entre aqueles que defendem a vida, o direito a terra e aqueles que usam o estado para combater a maioria da população”.

Segundo relatos de moradores à polícia, cerca de dez agressores, em cinco carros e duas motos, chegaram atirando, quando a maioria dos agricultores estava dormindo. 

A polícia civil informou que o primeiro suspeito foi preso logo após o ataque. Na tarde de sábado (11), foi preso o segundo suspeito, conhecido como Nero do Piseiro, e reconhecido pelos assentados. Ele é apontado como possível mentor intelectual do crime.

O ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, afirmou, em Tremembé, que o crime aconteceu porque os atiradores pretendiam subtrair um lote, que foi defendido pelos assentados. Teixeira advertiu, ainda, que atentados como esse não vão parar a reforma agrária no país.

São Paulo-11/01/2025 Homens armados atacaram um assentamento do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) em Tremembé, no interior de São Paulo, no fim da noite desta sexta-feira (10). Na foto Gleison Barbosa e Valdir Nascimento.  Foto Reprodução.
São Paulo-11/01/2025 Homens armados atacaram um assentamento do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) em Tremembé, no interior de São Paulo, no fim da noite desta sexta-feira (10). Na foto Gleison Barbosa e Valdir Nascimento.  Foto Reprodução.
© Foto reprodução.

Geral Os líderes do MST foram velados no domingo São Paulo 13/01/2025 – 15:35 Fabio Cardoso / Eliane Gonçalves Leandro Martins assentamento MST assassinato Tremembé assassinato de sem-terras segunda-feira, 13 Janeiro, 2025 – 15:35 1:53 

Maioria das mortes por temporais em MG foi por deslizamentos de terra 

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Equipes do Corpo de Bombeiros e da Defesa Civil realizam vistorias e levantamentos em vários pontos de Ipatinga, no leste de Minas Gerais, nessa segunda-feira (13).

Conforme o Corpo de Bombeiros, dez pessoas morreram em decorrência de deslizamentos de terra e desmoronamentos. Cinco pessoas da mesma família morreram após um deslizamento de encosta atingir uma casa no bairro Bethânia, quatro mulheres de 39, 48, 55 e 75 anos e uma menina de 8 anos. Na mesma rua, uma mulher de 68 anos também morreu vítima do deslizamento.

As demais vítimas foram um menino de 8 anos, um homem de 31 e um casal de idosos de 69 e 75 anos. Todas vítimas de deslizamentos de encostas que atingiram residências.

A Defesa Civil de Ipatinga contabilizou pelo menos 150 pessoas desabrigadas até a noite de domingo.

A chuva torrencial com cerca de 80 milímetros em cerca de uma hora provocou alagamentos, inundações e estragos em várias regiões da cidade. Ruas e pontes foram danificadas ou destruídas pela força da água. Algumas vias ainda estão interditadas pela lama e pelo entulho carregada pela inundação.

Uma unidade de pronto atendimento foi alagada e os pacientes que estavam internados tiveram que ser transferidos para unidades de saúde em Coronel Fabriciano e Timóteo.

Os estragos ainda estão sendo contabilizados, mas o prefeito da cidade, Gustavo Nunes, decretou situação de calamidade pública por 180 dias. Funcionários da Prefeitura realizam a limpeza e retirada de lama e entulho de ruas e avenidas. Equipes da Cemig e da Copasa também tentam restabelecer o fornecimento de energia e água para alguns bairros.

Santana do Paraíso

A chuva provocou estragos e causou a morte de uma pessoa também em Santana do Paraíso na mesma região. Segundo o corpo de bombeiros, uma mulher de 36 anos morreu soterrada após um deslizamento de terra atingir uma casa na rua Finlândia.

Espinosa

Em Espinosa no norte do Estado cerca de 260 pessoas ficaram desalojadas por causa de alagamentos e inundações na cidade. Conforme o Corpo de Bombeiros, a chuva provocou a elevação do nível dos rios Grande e Pajeú. A enchente percorreu 23 quilômetros até o Rio São Domingos que passa no centro da cidade atingindo três bairros.

Uma barragem de água em uma propriedade particular transbordou e causou a inundação de um povoado na zona rural, estradas rurais foram danificadas e pontes comprometidas.

Com os temporais e tragédias no fim de semana, o número de vítimas da chuva em Minas desde setembro subiu para 24. 279 pessoas ficaram desabrigadas e 1.497 ficaram desalojadas. 56 municípios informaram situação de anormalidade sendo 52 em situação de emergência e 4 em estado de calamidade pública, porém esse número ainda não inclui Ipatinga, Santana do Paraíso e Espinosa, pois os decretos ainda estão em tramitação e precisam ser homologados pelo Governo do Estado.

 

Ipatinga 12/01/2025 Ipatinga teve diversos pontos de deslizamentos e alagamentos devido à chuva da madrugada deste domingo (12)
Crédito: Reprodução/ Instagram/ CBMMG
Ipatinga 12/01/2025 Ipatinga teve diversos pontos de deslizamentos e alagamentos devido à chuva da madrugada deste domingo (12)
Crédito: Reprodução/ Instagram/ CBMMG
© Reprodução/ Instagram/ CBMMG

Geral Só no município de Ipatinga, dez pessoas morreram soterradas Belo Horizonte 13/01/2025 – 13:34 Para web: Eliane Gonçalves Leandro Siqueira – Rádio Inconfidência Chuvas MG Deslizamentos segunda-feira, 13 Janeiro, 2025 – 13:34 3:04 

​Notas do Enem 2024 são divulgadas, veja os resultados 

Enem

Divulgados resultados do Enem 2024, os estudantes poderão concorrer a vaga no ensino superior pelo Sisu, Prouni e Fies com as notas.

O Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) publicaram, nesta segunda-feira, 13 de janeiro, os resultados do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2024. Os dados foram divulgados em coletiva de imprensa realizada na sede do ministério. Mais de 3 milhões de pessoas fizeram as provas da última edição. As notas individuais estão disponíveis na Página do Participante

Com os resultados do exame, os participantes podem pleitear uma vaga gratuita pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que abre a consulta às vagas na terça-feira, 14 de janeiro, no Portal Único de Acesso ao Ensino Superior e início das inscrições dia 17 deste mês; tentar uma bolsa de estudo pelo Programa Universidade para Todos (Prouni); ou acessar o ensino superior com o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Estudantes de escola pública têm direito a concorrer às vagas ofertadas pela Lei de Cotas: pelo menos metade (50%) das vagas de cada curso das instituições públicas deve ser destinada a candidatos que estudaram na rede pública todo o ensino médio. 

Os dados da edição de 2024 revelaram que mais de 33% dos participantes (1.080.096) do Enem estariam acima do ponto de corte do primeiro quintil (20%) dos cursos do Sisu em 2023. Isso significa que, com 569,62 pontos (nota de corte), o estudante teria acesso a 842 cursos.  

Os resultados individuais do Enem também podem ser aproveitados nos processos seletivos de instituições portuguesas que possuem convênio com o Inep para aceitar as notas do exame. Os acordos garantem acesso facilitado às notas dos estudantes brasileiros interessados em cursar a educação superior em Portugal. 

Resultados Enem 2024

O participante terá acesso à nota da redação (que varia de 0 a 1000) e à pontuação de cada uma das quatro áreas de conhecimento avaliadas. Para os “treineiros”, aqueles que não concluíram o ensino médio em 2024, o boletim individual será publicado em março de 2025. 

As médias gerais foram 529 para matemática e suas tecnologias; 528 para linguagens, códigos e suas tecnologias; 517 para ciências humanas e suas tecnologias; e 495 para ciências da natureza e suas tecnologias. Para redação, a média geral foi 660, e 12 participantes de dez estados obtiveram a nota máxima (1000). 

Os estudantes podem conferir o desempenho na Página do Participante. Caso o candidato não lembre a senha cadastrada, é possível recuperá-la. Basta acessar a página acesso.gov.br, digitar o CPF e clicar em “Avançar”. Em seguida, deve-se clicar em “Esqueci minha senha”, selecionar uma das formas de recuperação, preencher os campos solicitados e gerar uma nova senha. 

Nota Máxima

A edição 2024 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) registrou 12 participantes que obtiveram nota máxima ou nota mil na redação, sendo apenas um proveniente de escola pública, em Minas Gerais. Os demais estados com nota máxima foram Alagoas, Ceará, Goiás, Maranhã, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, São Paulo e Distrito Federal.

“Lembrando que, este ano, o presidente vai lançar um prêmio de reconhecimento aos resultados da educação básica no Brasil – inclusive o resultado do Enem”, disse o ministro da Educação, Camilo Santana, durante coletiva de imprensa nesta segunda-feira (13), data em que os resultados da prova foram divulgados.

Em breve, vamos anunciar à imprensa e à população brasileira as categorias de reconhecimento dos esforços de melhoria da qualidade da educação básica no nosso país por município, por estado, por rede, por escola. É uma forma de reconhecer, de dar transparência mais ainda aos resultados e de reconhecer os esforços das redes de educação em todo o Brasil”, completou.

Segundo Camilo, a nota média da redação no Enem 2024 foi de 660 pontos – 15 pontos a mais que a nota média de redação registrada na edição anterior do exame, de 645 pontos. “Um aumento significativo, de 15 pontos, na proficiência média, quando comparado a 2023”, avaliou o ministro.

 Apresentação dos resultados 

Fonte: Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do Inep e Agência Brasil

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Termina o prazo para a Meta dar esclarecimentos ao governo brasileiro 

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Termina nesta segunda-feira (13/1) à tarde o prazo para a empresa Meta encaminhar ao governo federal esclarecimentos sobre o fim do sistema de checagem de fatos em suas redes sociais: Facebook, Instagram, WhatsApp e Threads.

O pedido foi feito pela Advocacia-Geral da União (AGU), que solicita à Meta informações sobre as “providências que vêm sendo adotadas”. Entre os cuidados que estão na mira da AGU está a coibição da violência de gênero, a proteção de menores, e a proibição de discursos de ódio contra grupos vulneráveis.

Os advogados da União citam algumas das alterações realizadas na política de moderação anunciadas pelo CEO da Meta, Mark Zuckerberg. Entre elas, a permissão de associações de pessoas LGBTQIAPN+ com transtornos mentais, considerando discursos políticos e religiosos sobre transgenerismo e homossexualidade, bem como o uso comum e não literal de termos como “esquisito”. 

A AGU refere-se ainda a alterações em trechos anteriores das diretrizes relativos a discursos de ódio, debate sobre restrição de acesso a espaços em razão de gênero ou sexo, defesa de limitações profissionais baseadas em gênero e a eliminação de trecho que proibia a desumanização de mulheres. 

Em sua argumentação, a AGU afirma que manifestações em plataformas digitais não podem ser realizadas para gerar desinformação sobre políticas públicas, nem minar a legitimidade das instituições democráticas, nem causar pânico na população. 

Os advogados da União alegam que a informação falsa, a desinformação e o discurso de ódio enfraquecem a confiança nas instituições democráticas e que as novas diretrizes da Meta demonstram a possibilidade de violações a direitos fundamentais no ambiente digital com desrespeito à Constituição Federal e à legislação brasileira. 
 

Brasília (DF), 08/01/2025 - Logo da empresa Meta. Facebook, Messenger, Instagram, Whatsapp. Foto: Meta/Divulgação
Brasília (DF), 08/01/2025 - Logo da empresa Meta. Facebook, Messenger, Instagram, Whatsapp. Foto: Meta/Divulgação
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Geral AGU pediu explicações sobre o fim do sistema de checagem de fatos. Rio de Janeiro 13/01/2025 – 12:38 Daniel Ito Isaia / Rilton Pimentel Tatiana Alves, repórter da Rádio Nacional meta facebook Instagram WhatsApp Threads AGU segunda-feira, 13 Janeiro, 2025 – 12:38 2:34 

​Curso gratuito online de Educação Especial e Educação Inclusiva abre inscrições 

O Curso de Extensão gratuito online em Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva está com inscrições abertas para 5 mil vagas.

A UFMG – Universidade Federal de Minas Gerais, por meio do programa Universidade Aberta do Brasil (UAB), em parceria com a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi) e a Capes, abriu inscrições para o curso gratuito e online em “Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva”. As inscrições estão abertas até 17/1.

Com início em março e duração de três meses (120 horas), o curso, coordenado pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, será ministrado pelo Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) da Capes.  A formação capacita para o desenvolvimento de práticas pedagógicas inclusivas, atendendo às necessidades individuais e coletivas dos estudantes.

Há instituições oferecendo o curso online (EaD) em todo o Brasil, em Minas Gerais, quatro instituições oferecem o curso: UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), UFJF (Universidade Federal de Juiz de Fora), UFSJ (Universidade Federal de São João Del Rei) e no Sul de Minas UNIFAL-MG (Universidade Federal de Alfenas).

Serão 5 mil vagas, priorizando professores e gestores da Educação Básica da rede pública mineira que atuam em salas de aula regulares e/ou Atendimento Educacional Especializado (AEE). Professores da rede privada e profissionais da área em Minas Gerais também podem se inscrever.

Inscrições 

As inscrições deverão ser feitas, até as 17h do dia 17/1, por meio de formulário eletrônico disponível na página da Diretoria de Educação a Distância e Educação Digital (Dedd/UFMG), ao qual deverão ser anexadas cópias do documento de identidade e do CPF; comprovante de atuação como professor da Educação Básica, da rede pública, privada ou que não estejam atuando como docente.

A comprovação do vínculo como professor poderá ser feita por meio da cópia da carteira de trabalho, contracheque ou declaração da instituição empregadora, constando o dia, mês e o ano e término da atividade, obrigatoriamente. 

Os documentos devem ser reunidos num único arquivo em PDF, com até 25MB. 

Capacitação 

O curso tem o objetivo de capacitar professores da Educação Básica, que atuam em salas de aula comuns regulares e/ou em salas de AEE, para desenvolver concepções e práticas pedagógicas aos princípios das políticas de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, visando atender às demandas coletivas e às particularidades dos estudantes. 

A formação será oferecida totalmente a distância, ou seja 100% on-line, e terá carga horária total de 120 horas, distribuídas em quatro módulos, com os temas: 

  1. Direitos Humanos, Diversidade e Educação Inclusiva; 
  2. Desenvolvimento Humano, Ensino e Aprendizagem na Perspectiva da Educação Inclusiva; 
  3. Currículo, Tecnologias e Práticas Pedagógicas Inclusivas; 
  4. Práticas, Recursos e Materiais Pedagógicos Inclusivos na Escola. 

LINKS IMPORTANTES

Para mais informações e dúvidas entre em contato com a Faculdade de Educação da UFMG: dae@fae.ufmg.br. 

Fonte: Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais

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